Homilia – “Um profeta só não é estimado em sua pátria”. Mc 6, 1-6

Homilia – “Um profeta só não é estimado em sua pátria”. Mc 6, 1-6

Homilia – “Um profeta só não é estimado em sua pátria”. Mc 6, 1-6

Davi pecou, foi ambicioso, mas não endureceu o coração; ao contrário, humildemente clamou pela misericórdia divina, “cuja misericórdia é grande”. Jesus retorna a Nazaré, encontrando um povo sem fé que reagiu com desconfiança, preconceito e coração endurecido. Foram incapazes de perceber Deus agindo em Jesus e com eles, ficaram como cegos.

Jesus é conhecido como Mestre. Ensina na sinagoga, pelos caminhos, à beira do mar, nas praças… “percorre os vilarejos vizinhos, ensinando”. Ensina com palavras, ações e autoridade, unindo fé e vida.

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O povo de Nazaré: uma parte aderiu a Jesus e aos seus ensinamentos; outra, não o aceitaram. Encontrou grande rejeição à sua presença libertadora. Experimentou o desprezo dos familiares. Foram incapazes de reconhecê-lo.

Foi uma experiência dolorosa. A incredulidade é fruto do preconceito. Rejeitaram sua sabedoria, perceptível em suas palavras e ações. Ficaram chocados ao verem alguém como eles, se mostrar superior aos mestres e famosos. Recusaram dar-lhe crédito.

Jesus explode num desabafo: “Um profeta só é desprezado em sua terra, entre os seus parentes e em sua casa”. Ali não realizou nenhum milagre. Faltou neles a fé, a boa vontade e a abertura de coração para perceber a sua originalidade.

A atitude de Jesus é inspiradora. Rejeitado pelos seus, Ele continua “o caminho… ensinando”, sem se deixar abalar. Diante das dificuldades, incompreensões e críticas, o discípulo fará o mesmo. Servirão de estímulo para seguir em frente com ardor sempre maior. O foco será fazer a vontade do Pai.

Rezemos

Senhor, que eu não desanime diante das dificuldades, mas seja fiel a missão de fazer o bem e anunciar o Evangelho.

O Senhor nos abençoe e guarde.