O homem, ao romper pelo pecado a comunhão que o une a Deus, assemelha-se a um rio sem comunicação com a fonte: mais cedo ou mais tarde, a água que aparentemente o mantém vivo acabará, até o dia em que ele não passará de um leito seco e inútil. Do mesmo modo, quem, por um afã insensato de independência e autonomia, vira as costas para Deus, está assinando sua própria condenação, não por ser Deus um “justiceiro vingativo”, mas porque é o próprio pecador que decide desligar-se da única fonte de vida e felicidade.
Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta terça-feira, dia 24 de março, e creia com santa obediência n’Aquele que é a fonte do nosso ser.

